
Ah, falar de você. Não vou começar com coisas bregas, do tipo “você é tudo o que eu sempre quis”, “em você encontrei exatamente o que procurava” e blá blá blá. Mas enfim, falar de você é fácil e difícil ao mesmo tempo. Fácil porque, humpf, é só falar, como se eu fosse falar de qualquer pessoa. Difícil porque, claro, você não é qualquer pessoa. E pra falar de você tenho que avisar meu coração com antecedência, porque ele tem mania de querer bater loucamente quando você entra na minha cabeça. É, já estou brega. Normal, um dia me acostumo com esse meu novo jeito de ser feliz. Mas voltando ao objetivo, que é falar de você, vamos falar de você (jura?!).
Você me fez sorrir tantas vezes, e sorrir de um jeito que eu nunca tinha sorrido antes. Você fez uma mudança constante nas minhas feições. Porque quando eu te vejo, eu só sorrio de um jeito que é pra você, e pra mais ninguém, porque o que eu sinto por você, é só por você. Você me faz ficar com cara de boba. Cara de apaixonada, que é exatamente o que eu estou. Você faz minhas mãos suarem frio, e meu coração, não tem jeito, sempre fica inquieto quando você me toca, quando sinto teu cheiro, quando sinto teu gosto. Quando toco sua boca, quando toco seu cabelo, quando respiro ao seu lado, quando chego perto de você, quando ouço sua voz. Principalmente quando ouço sua voz e vejo teu sorriso. Essas são coisas que eu não troco. Nunca. Porque seu sorriso, dos mais belos que existem, iluminam o mais obscuro da minha alma, e sua voz acalma o mais agitado dos meus nervos, e esse conjunto, de sorrisos e vozes, me faz acreditar até em Papai Noel, porque, se eu acredito que tenho você e toda sua perfeição ao me lado, eu acredito que existe Papai Noel. Parei. Juro. Chega de açúcar.
Eu te amo muito, e vou amar durante toda a eternidade, mesmo depois de ter virado pó.
Escrito em novembro de 2009.
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